Do resto ninguém precisava saber. Quando falo em 'resto', refiro-me ao que deu errado, ao que ficou para trás, decepcionou, magoou (...) Falo das portas fechadas na cara, das pisadas no peito, ilusões da vida para nos dar uma rasteira. Falo daquilo que ninguém quer, mas que nós fazemos sempre: passamos por cima - ou fingimos que passamos. E saí pela rua com a cara deslavada de quem é feliz. Ninguém, ninguém mesmo precisa saber do nosso esforço para tentar ser qualquer coisa além do que não deu certo.
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